Árbitro da CBF conta os bastidores do VAR

Jefferson Piva, que é assistente de campo, também recebe constantes escalações para atuar como auxiliar do árbitro de vídeo

Divulgação

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Já são 15 anos de experiência na arbitragem. Há seis, ele faz parte do quadro de árbitros da CBF. Essa é a carreira de Jefferson Piva, convidado de Lyncon Busatta, Mateus Guima e Thiago Denardi para a edição 37 do Reverberando, transmitida ao vivo no YouTube.

Piva é árbitro assistente, tanto de campo quanto do VAR. E foi sobre o árbitro de vídeo que ele mais falou. A tecnologia, usada no Brasil desde 2017, veio para corrigir erros que costumam ocorrer durante os jogos, mas também tem um efeito colateral. É motivo de muitas polêmicas.

Piva contou, em detalhes, como funciona o VAR: imagens disponíveis, a escolha dos ângulos adequados, como a equipe se comunica com o árbitro de campo, o tempo para revisar um lance, a dificuldade de monitorar tantos detalhes ao mesmo tempo e a pressão de não tomar nenhuma decisão equivocada. Ele considera mais difícil ser auxiliar de vídeo do que de campo.


Veja o Reverberando desta quarta-feira (27):